De acordo com os dicionários da língua portuguesa Houaiss e Aurélio, paradigma é um modelo, padrão.
Observamos que esse sofre influências de novas teorias advindas de profundas pesquisas e explicações sobre as teorias já existentes, permanentemente, num movimento contínuo rumo ao aprimoramento das atividades humanas. Porém, isso ainda não caracteriza um paradigma, pois para que se tornem paradigmas e passem a ser aceitas como tal, estas novas teorias têm que ser melhores que as anteriores, já consagradas na sociedade científica e acadêmica.
Então, quando escutarmos alguém falar: “quebrei um paradigma”, supomos que essa pessoa não sabe o que está dizendo, pois para que um paradigma existente seja substituído, por outro, torna-se necessário um profundo estudo e avaliação de sua eficácia, com o aval da comunidade científica.
Assim, uma nova teoria emergente na educação que veio para minimizar as crises ambientais, que envolve o nosso Planeta é a Educação Ambiental, que por ser um tema transversal, não é inserida pelos professores em suas práticas pedagógicas. Porém, vários estudos já comprovaram a relevância da implementação do estudo do meio ambiente, no cotidiano escolar, para que haja mudanças de hábitos, atitudes e comportamentos do corpo discente em relação às questões ambientais. Mas, para que isso ocorra, o educador deverá ser um eterno pesquisador e estar pronto a aceitar os novos desafios dos fatos que acontecem no meio ambiente, para melhorar as condições de vida no mundo.
Logo, o professor deste novo milênio deverá ser capaz de adaptar-se aos novos rumos da ciência, partindo para vislumbrar os novos paradigmas que permeiam todo o processo educacional.
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