O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, pede
à comunidade internacional que ofereça às trabalhadoras do campo os mesmos
acessos a recursos produtivos que são dados aos homens, observando os enormes
benefícios que poderiam advir, desde o aumento na produção de alimentos até a
queda de 150 milhões no número de famintos no mundo.
“Apesar da pesada responsabilidade sobre os
ombros das mulheres do campo, elas não têm acesso igualitário às oportunidades
e aos recursos”, diz Ban adiantando-se à celebração neste sábado (15/10) do Dia
Internacional das Mulheres que Trabalham no Campo. “Isto dificulta seus
avanços e detém todas as pessoas que estão em volta delas.”
Ban cita o estudo da Organização das Nações
Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostrando que mais de cem milhões de pessoas poderiam
sair da pobreza se as mulheres tivessem o mesmo acesso aos recursos produtivos
que os homens. A produtividade nas terras das mulheres aumentaria até 30% e o
número de pessoas com fome cairia até 17%, se traduzindo em melhorias para até
150 milhões de indivíduos.
“Os benefícios poderiam reverberar ainda mais se
os filhos dessas mulheres recebessem melhor acesso a serviços de saúde,
educação e nutrição”, avalia o Secretário-Geral. “Sabemos como alcançar estes
ganhos: investir nas trabalhadoras do campo; eliminar a discriminação contra
elas na lei e na prática; garantir que políticas respondam às necessidades
delas; dar acesso igualitário aos recursos; prover as mulheres do campo com um
papel de tomada de decisão.”
“Estas medidas ajudarão a guiar um
desenvolvimento sustentável – um dos grandes imperativos do século 21. Como nos
preparamos para a Conferência
das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada no
ano que vem no Rio, lembremos que as trabalhadoras do campo têm enorme
potencial inexplorado para gerar resultados”, destaca Ban.
O Secretário-Geral observa que, estudo após
estudo, tem sido demonstrado que as trabalhadoras do campo são fundamentais
para enfrentar a fome, a desnutrição e a pobreza, como agricultoras e fontes de
nutrientes, empresárias e educadoras, curandeiras e auxiliares que podem
contribuir com a segurança alimentar e o crescimento econômico nos ambientes
mais remotos e vulneráveis do mundo.
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, pede
à comunidade internacional que ofereça às trabalhadoras do campo os mesmos
acessos a recursos produtivos que são dados aos homens, observando os enormes
benefícios que poderiam advir, desde o aumento na produção de alimentos até a
queda de 150 milhões no número de famintos no mundo.
“Apesar da pesada responsabilidade sobre os
ombros das mulheres do campo, elas não têm acesso igualitário às oportunidades
e aos recursos”, diz Ban adiantando-se à celebração neste sábado (15/10) do Dia
Internacional das Mulheres que Trabalham no Campo. “Isto dificulta seus
avanços e detém todas as pessoas que estão em volta delas.”
Ban cita o estudo da Organização das Nações
Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostrando que mais de cem milhões de pessoas poderiam
sair da pobreza se as mulheres tivessem o mesmo acesso aos recursos produtivos
que os homens. A produtividade nas terras das mulheres aumentaria até 30% e o
número de pessoas com fome cairia até 17%, se traduzindo em melhorias para até
150 milhões de indivíduos.
“Os benefícios poderiam reverberar ainda mais se
os filhos dessas mulheres recebessem melhor acesso a serviços de saúde,
educação e nutrição”, avalia o Secretário-Geral. “Sabemos como alcançar estes
ganhos: investir nas trabalhadoras do campo; eliminar a discriminação contra
elas na lei e na prática; garantir que políticas respondam às necessidades
delas; dar acesso igualitário aos recursos; prover as mulheres do campo com um
papel de tomada de decisão.”
“Estas medidas ajudarão a guiar um
desenvolvimento sustentável – um dos grandes imperativos do século 21. Como nos
preparamos para a Conferência
das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada no
ano que vem no Rio, lembremos que as trabalhadoras do campo têm enorme
potencial inexplorado para gerar resultados”, destaca Ban.
O Secretário-Geral observa que, estudo após
estudo, tem sido demonstrado que as trabalhadoras do campo são fundamentais
para enfrentar a fome, a desnutrição e a pobreza, como agricultoras e fontes de
nutrientes, empresárias e educadoras, curandeiras e auxiliares que podem
contribuir com a segurança alimentar e o crescimento econômico nos ambientes
mais remotos e vulneráveis do mundo.

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