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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

MULHERES QUE TRABALHAM NO CAMPO




O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, pede à comunidade internacional que ofereça às trabalhadoras do campo os mesmos acessos a recursos produtivos que são dados aos homens, observando os enormes benefícios que poderiam advir, desde o aumento na produção de alimentos até a queda de 150 milhões no número de famintos no mundo.
“Apesar da pesada responsabilidade sobre os ombros das mulheres do campo, elas não têm acesso igualitário às oportunidades e aos recursos”, diz Ban adiantando-se à celebração neste sábado (15/10) do Dia Internacional das Mulheres que Trabalham no Campo. “Isto dificulta seus avanços e detém todas as pessoas que estão em volta delas.”
Ban cita o estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostrando que mais de cem milhões de pessoas poderiam sair da pobreza se as mulheres tivessem o mesmo acesso aos recursos produtivos que os homens. A produtividade nas terras das mulheres aumentaria até 30% e o número de pessoas com fome cairia até 17%, se traduzindo em melhorias para até 150 milhões de indivíduos.
“Os benefícios poderiam reverberar ainda mais se os filhos dessas mulheres recebessem melhor acesso a serviços de saúde, educação e nutrição”, avalia o Secretário-Geral. “Sabemos como alcançar estes ganhos: investir nas trabalhadoras do campo; eliminar a discriminação contra elas na lei e na prática; garantir que políticas respondam às necessidades delas; dar acesso igualitário aos recursos; prover as mulheres do campo com um papel de tomada de decisão.”
“Estas medidas ajudarão a guiar um desenvolvimento sustentável – um dos grandes imperativos do século 21. Como nos preparamos para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada no ano que vem no Rio, lembremos que as trabalhadoras do campo têm enorme potencial inexplorado para gerar resultados”, destaca Ban.
O Secretário-Geral observa que, estudo após estudo, tem sido demonstrado que as trabalhadoras do campo são fundamentais para enfrentar a fome, a desnutrição e a pobreza, como agricultoras e fontes de nutrientes, empresárias e educadoras, curandeiras e auxiliares que podem contribuir com a segurança alimentar e o crescimento econômico nos ambientes mais remotos e vulneráveis do mundo.
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, pede à comunidade internacional que ofereça às trabalhadoras do campo os mesmos acessos a recursos produtivos que são dados aos homens, observando os enormes benefícios que poderiam advir, desde o aumento na produção de alimentos até a queda de 150 milhões no número de famintos no mundo.
“Apesar da pesada responsabilidade sobre os ombros das mulheres do campo, elas não têm acesso igualitário às oportunidades e aos recursos”, diz Ban adiantando-se à celebração neste sábado (15/10) do Dia Internacional das Mulheres que Trabalham no Campo. “Isto dificulta seus avanços e detém todas as pessoas que estão em volta delas.”
Ban cita o estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostrando que mais de cem milhões de pessoas poderiam sair da pobreza se as mulheres tivessem o mesmo acesso aos recursos produtivos que os homens. A produtividade nas terras das mulheres aumentaria até 30% e o número de pessoas com fome cairia até 17%, se traduzindo em melhorias para até 150 milhões de indivíduos.
“Os benefícios poderiam reverberar ainda mais se os filhos dessas mulheres recebessem melhor acesso a serviços de saúde, educação e nutrição”, avalia o Secretário-Geral. “Sabemos como alcançar estes ganhos: investir nas trabalhadoras do campo; eliminar a discriminação contra elas na lei e na prática; garantir que políticas respondam às necessidades delas; dar acesso igualitário aos recursos; prover as mulheres do campo com um papel de tomada de decisão.”
“Estas medidas ajudarão a guiar um desenvolvimento sustentável – um dos grandes imperativos do século 21. Como nos preparamos para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada no ano que vem no Rio, lembremos que as trabalhadoras do campo têm enorme potencial inexplorado para gerar resultados”, destaca Ban.
O Secretário-Geral observa que, estudo após estudo, tem sido demonstrado que as trabalhadoras do campo são fundamentais para enfrentar a fome, a desnutrição e a pobreza, como agricultoras e fontes de nutrientes, empresárias e educadoras, curandeiras e auxiliares que podem contribuir com a segurança alimentar e o crescimento econômico nos ambientes mais remotos e vulneráveis do mundo.

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