O encontro realizado em Barcelona, como última etapa oficial de negociações para a Cúpula do Clima, terminou, em 6/12, como começou, isto é, na estaca zero. Nada ficou definido, portanto. As mudanças climáticas são visíveis e apresentam gravidade para todos os países, mas nenhum país se propõe aceitar metas específicas em prol de um planeta melhor.
Ivo de Boer, coordenador do evento, disse: "Pouco progresso foi feito, em temas chaves como definição de metas de emissão e financiamento, que permitirá aos paíse em desenvolvimento limitarem seus lançamentos para se adapterem às mudanças climáticas"(O Globo, 7-12-2009).
Como podemos observar as discussões são muitas, mas os países não conseguem organizar e definir metas para diminuir as emissões de carbono.
O Brasil, de acordo com o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, terá a melhor proposta entre os países em desenvolvimento. A proposta original defendida por Minc é de "20+20", que é uma referência à redução de 20% das emissões com a diminuição do desmatamento na Amazônia, somado aos outros 20% das emissões derivadas de outras ações na siderurgia, agricultura e setor energético.
O grande problema, para os países em desenvolvimento, é que os países ricos não apresentam com clareza as metas de redução de gases-estufa, que deverão assumir a partir de 2012.
A discussão não tem fim, mas o planeta Terra terá se nada for feito.
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